verbetiais
Não é bacana ser orgulhoso. Não é bacana morrer de vontade de falar, ver ou sentir alguém e não colocar isso para fora. Se mostrar forte, mas ter o mesmo pensamento quando acorda e quando dorme. Dizer para todo mundo que esqueceu quando nem você mesmo se convenceu. Lembrar com a cabeça no travesseiro ou o olhar congelado na estrada. Ouvir a música e conseguir sentir o cheiro. Ir ao restaurante e lembrar da mesa de sempre. Ver a foto e sentir aperto. Ligue, chame, mande uma mensagem, apareça sem avisar. Não há deslize ou vacilo que impeça você de tentar. Se a sua sinceridade não for bem recebida, acontece. Toda decepção vale o alívio. Não é bacana engolir a saudade. Sério, orgulho dá gastrite.
Nicholas Hoffman.  (via verbetiais)
segredou
Não tenha medo dos próprios sentimentos.
Saiba falar de si mesmo.
Tenha coragem de ouvir um não.
Tenha segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Deixe viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
Tenha maturidade para falar “Eu Errei”.
Ousadia para dizer ” Me Perdoe”.
Sensibilidade para expressar “Eu preciso de Você”.
Capacidade de dizer “Eu te Amo”.
Augusto Cury (via segredou)
segredou
E qual é a minha definição de amor?
Tenho o nome de uma música do Chico Buarque, bem antiguinha, a que meu pai cantava no karaokê do bar próximo à sua casa. Depois que eu nasci, ele passou a me levar junto e no final da música fazia questão de dedicá-la pra mim. E eu ficava na mesa, morrendo de vergonha e pedindo que ele parasse com aquilo. Mas ele sempre fazia novamente. Ele sempre cantava a música do meu nome e dedicava pra mim. Por anos. E nunca sequer ficou com raiva ou magoado por eu sentir vergonha dele por isso. Isso é amor.
Quando eu era pequena, sempre que minha mãe chegava do trabalho, eu perguntava se ela tinha trazido presente. E ela, todo santo dia, antes de ir pra casa, passava no supermercado e comprava alguma coisa, mesmo que fosse apenas um bombom. Ela nunca voltava pra casa de mãos vazias. Nunca quis me decepcionar. Isso é amor.
Aos oito, vi uma gelatina no chão perto do caixa do supermercado e a peguei. Ao atravessar a rua, mostrei pra minha tia. Que me fez voltar, devolver e me desculpar pelo roubo. Ela sempre me fez ser e querer ser uma pessoa melhor. Isso também é amor.
Um dia falei pro meu namorado que não gostava de flores, porque eram apenas um presente fútil que se dá quando não se quer ter esforço pra agradar uma mulher. Mais uma grande tirada do capitalismo. Ri e completei que só iria gostar se ele mesmo fizesse a flor. Então ele passou o dia inteiro tentando fazer uma flor de origami por vídeos da internet, pra me dar. E foi o melhor presente que eu já recebi.
É isso.
O amor é isso.
É a música do karaokê,
o bombom do supermercado,
a lição sobre a gelatina,
a flor de origami.
O amor é o detalhe.
Iolanda Valentim.   (via segredou)
segredou
Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.
Clarissa Corrêa (via segredou)
segredou
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.
Cora Coralina.  (via segredou)